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A Cronologia Roswell (1947)

Caso Roswell
Algum visitante pediu mais conteúdo sobre extraterrestres e cá estou com mais conteúdo. Uma cronologia sobre os fatos do Caso Roswell.

 Considerado o maior marco da Ufologia Mundial o caso Roswell foi o mais impressionante relato e a mais absoluta prova do encobrimento do assunto Ovnis do mundo. O caso já faz mais de 50 anos e continua sendo referente no mundo.
Quarta-feira, 2 de Julho, 21:50h

O casal Wilmot está sentado em sua varanda, num bairro tranqüilo em Roswell, quando observa um grande objeto oval cruzar o céu. O objeto estava incandescente e voava em alta velocidade no sentido nordeste. Ao mesmo tempo, William Woody e seu pai vêem no céu um objeto brilhante indo em direção norte. Durante uma tempestade, o rancheiro MacBrazel e seus vizinhos ouvem uma explosão nas proximidades de onde moram, há algumas milhas de Roswell.

Quinta- Feira, 3 de Julho

Pela manhã, Brazel sai à cavalo para verificar os danos causados pela tempestade. Surpreende-se ao ver um campo de destroços de aproximadamente 4km quadrados, onde encontra lâminas de um metal muito maleável, mas que sempre retornava à forma original. Vê também bastões de matéria análogo ao basalto - objetos altamente resistentes, impossíveis de serem cortados ou queimados. Brazel percebe que há sinais impressos nos objetos: desenhos de cor lilás, parecendo com algum tipo de escrita oriental, talvez hieróglifos.

Sexta - Feira, 4 de Julho

Feriado nacional. Brazel leva alguns destroços ao seu galpão, entre eles há uma peça de, aproximadamente, 3m. Suas ovelhas não querem passar pelo campo de destroços. Os animais parecem sentir que algo estranho aconteceu no local. À noite, Brazel encontra alguns amigos, que o aconselham a contar tudo para as autoridades.

Domingo, 6 de Julho, 8:00h

Pela manhã Brazel vai até o escritório do xerife George Wilcox em Roswell. Leva alguns destroços na caminhonete. Ao ver os pedaços da suposta nave, o xerife envia alguns de seus subordinados para a fazenda para examinar o local do acidente. Chegando lá, não encontram mais os destroços, mas somente uma camada vitrificada sobre a terra. No mesmo dia da visita ao xerife, Brazel concede uma entrevista à radio local.

Domingo, 6 de Julho, 13:00h

O major Jesse Marcel vai ao escritório do xerife em Roswell com a finalidade de se encontrar com Brazel. Olha o material e decide visitar o rancho em que aconteceu o acidente. Seu superior, o general Roger Ramey, é informado sobre o achado e se comunica com o Pentágono.

Domingo, 6 de Julho, 17:00h

Chegando ao rancho, Brazel mostra os destroços no galpão para o major Marcel, que os examina com um contador Géiser. O aparelho não capta sinais de radiatividade nos objetos. Enquanto Marcel e seus homens pernoitam no galpão, o Pentágono organiza uma busca sigilosa no local da queda.

Domingo, 6 de Julho, 19:00h

Os oficiais localizam os destroços e seus ocupantes. Imediatamente chegam ao local varias equipes de resgate e escavação. Também participa do processo o arqueólogo Cury Holden, que ao fazer pesquisas sobre povos pré-colombianos, descobre os destroços por acaso.

Segunda - Feira, 7 de Julho

Pessoas das proximidades encontram objetos pelo chão, como pequenos bastões de 1cm, com gravações parecidas com hieróglifos. Ninguém conseguia decifrar as inscrições, tampouco descobrir o tipo de material de que eram feitas as peças. Encontram também um pergaminho muito comum, além de fragmentos de folhas parecidas com alumínio que não se amassavam. O mais curioso de tudo é que os objetos parecem ser indestrutíveis, resistindo a todos os testes.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 9:00h

O Pentágono ordena o bloqueio de todas as entradas e vias de acesso a Roswell. Os auxiliares do xerife Wilcox cercam o rancho Foster, não deixando ninguém passar.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 13:00h

Glenn Dennis, da funerária Ballard, em Roswell, recebe um comunicado de um dos oficiais da base:

" - Qual o tamanho dos caixões herméticos que o senhor tem? - São pequenos? - Há estoque?".

Dennis fica perplexo e quer saber se houve algum tipo de desastre nas proximidades. Diz que não tem estoque e que demoraria umas 24 horas para conseguir o material.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:00h

No Pentágono, os generais Curtiss Lemay e Hoyt Vandenberg tem uma conversa sobre os UFOs, mais precisamente sobre o acidente de Roswell. Enquanto isso, o General Nathan Twinning (um dos membros do MJ-12), comandante e técnico de informações, muda seus planos e prepara uma viagem para o Novo México.

Segunda - Feira, 7 de Julho, 14:30h

O oficial da base liga novamente para Dennis. Desta vez, lhe pergunta como preparar corpos que ficam muito tempo no deserto e se os produtos empregados poderiam modificar a química dos corpos. Dennis recomenda o congelamento dos cadáveres e oferece assistência, recebendo a seguinte resposta ofical :

" - Não se preocupe, só estamos querendo saber isso a fim de nos prepararmos para casos futuros".

Dennis aceitou a resposta, mas continuou intrigado. Mais tarde, ele conheceu um soldado que havia se acidentado no resgate e o levou a enfermaria do hospital mais próximo. Dennis estaciona sua ambulância ao lado de um veiculo da base e vê diversos pedaços de metal lá dentro. Ao entrar no hospital encontra uma amiga enfermeira, que sai de uma das salas de exame e exclama:

" - Suma daqui, senão você vai ter um aborrecimento gigantesco".

Segunda - Feira, 7 de Julho, 20:00h

Grande parte dos destroços já haviam sido recolhidos e examinados. O major Marcel vai à base, pega alguns pedaços de destroços e leva para casa para mostrar a sua esposa e filhos.

" - Isto não é deste mundo. Quero que vocês se lembrem disso por toda vida", exclama Marcel.

Terça - Feira, 8 de Julho, 6:00h

Reunião particular entre o coronel Blanchard e Jesse Marcel, que mostra a ele as partes dos destroços achados no Rancho Foster. Meia hora mais tarde, acontece uma outra reunião secreta no escritório do coronel Blanchard, desta vez com a cúpula da Força Aérea.

Terça - Feira, 8 de Julho, 9:00h

O xerife Wilcox procura pelo pai de Dennis, que é seu amigo.

" - Seu filho parece estar em apuros", advertiu."
" - Diga a ele para não declarar nada do que viu na base".

Terça - Feira, 8 de Julho, 9:20h

Blanchard resolve lançar um comunicado à imprensa:

Major Jesse Marcel


" - Os muitos boatos acerca dos discos voadores ontem se tornaram realidade quando o assessor de imprensa divulgou que o 509 Grupo de Bombardeiros da Força Aérea teve a sorte de chegar a possuir um disco - tudo isso graças à cooperação de um rancheiro local e de um xerife".

E o relatório do general continua:

"O objeto aterrizou em um rancho perto de Roswell na ultima semana. Como o rancheiro não tem telefone, guardou o disco até poder informar ao xerife, que por sua vez, notificou o major Jesse Marcel. Imediatamente, entramos em ação e o disco foi resgatado do rancho, sendo depois inspecionado na Base Aérea de Roswell e encaminhado a uma repartição superior".
 
Terça-feira, 8 de julho, 11:00 h

O tenente começa a distribuir o comunicado à imprensa. Ele visita as estações KGL e KSWS, depois vai aos jornais locais Roswell Daily Record e Morning Dispatch, que publicam no mesmo dia a informação. As emissoras de rádio passam o comunicado para a agência Associated Press, que se encarrega de distribuir a notícia para o mundo. Algumas horas depois, o escritório do xerife Wilcox recebia telefonemas de todas as partes do mundo, como Roma, Londres, Paris, Alemanha, Hong Kong e Tóquio. Porém, este clima de liberdade de expressão não durou muito tempo. Frank Joyce, da emissora KGFL, remete um telex para a agência United Press International (UPI) e, como resposta, recebe um comunicado de Washington desmentindo o caso. Parte do telex informava o seguinte:

"Atenção. Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: finalizar relato, assunto de segurança nacional. Aguardar.".

Terça-feira, 8 de julho, 11:00 h

 Dennis recebe um chamado de sua amiga enfermeira:

" - Eu preciso falar com você. Você deve fazer um juramento sagrado de nunca mencionar o meu nome, senão eu terei enormes dificuldades...".

Dennis então promete à enfermeira que jamais diria nada a ninguém. Ela começa a contar tudo o que sabe sobre o caso: dois médicos pediram a ela para que fizesse apontamentos enquanto executavam uma autópsia provisória. Então ela desenhou o que tinha visto: uma cabeça com olhos fundos e grandes, pequenos orifícios nasais, boca fina, sem pêlos, braços compridos e finos. As mãos tinham 4 dedos cada, que terminavam com orifícios, parecidos com ventosas de polvos. Ela também descreve que os seres não tinham cabelos e sua pele era preta. A enfermeira diz ter visto 3 corpos, sendo que estavam muito mutilados, provavelmente por coiotes. Os corpos tinham somente 1,20 m e exalavam um terrível mau-cheiro. Os médicos chegaram a desligar o sistema de ar condicionado com medo de que o cheiro se alastrasse por todo o hospital. Mais tarde, a autópsia foi transferida para o hangar de aviões.

Terça-feira, 8 de julho, 11:30 h


Supostos cadáver Roswell


A enfermeira se despede de Dennis. Algumas hora depois, fica sabendo que será transferida para outro continente, provavelmente para Inglaterra. Após algumas semanas, escreve para Dennis contando as novidades. O amigo responde a carta e, em vez de uma resposta, recebe em sua casa um envelope com o carimbo "Falecida".

Terça-feira, 8 de julho, 12:00 h

No aeroporto de Roswell pousa um avião de Washington trazendo uma equipe especial de técnicos e fotógrafos. Os destroços do UFO são levados para a base aérea de Wright Patterson, em Ohio, num avião pilotado pelo capitão Oliver Popper Handerson. Ao embarcar, o capitão vê 3 cadáveres extraterrestres no hangar guardados em gelo seco.

Terça-feira, 8 de julho, 12:30 h

Fotógrafos da imprensa americana vão ao rancho Foster e se encontram com Brazel, que lhes faz a seguinte declaração:

" - Foi um erro notificar as autoridades. Se acontecesse novamente, eu não diria nada, porque isso é uma bomba".

Os fotógrafos também encontram alguns oficiais que vasculham o campo de destroços. Percebem que ninguém tenta impedi-los de fazer o trabalho.
 
Terça-feira, 8 de julho, 16:30 h

Voltam para Roswell, onde o xerife Wilcox lhes comunica que estão proibidos de fazer qualquer manifestação sobre o que viram. Enquanto isso, os militares também deixam o rancho, levando Brazel para Roswell. Chega à base um avião carregado com destroços. Logo após, Marcel levanta vôo com os destroços para o Forth Worth. Chegando lá, mostra o material para o general Ramey. No Rancho Foster, no lugar dos destroços são colocados pedaços de um balão meteorológico com um aparelho de orientação pelo radar no chão. É montada uma grande farsa, em que Marcel é obrigado a admitir que o acidente com um UFO não passava de um engano. O que antes era um disco voador, passou a ser visto como um simples balão.

Terça-feira, 8 de julho, 18:30 h

Um memorando interno da polícia federal comunica ao FBI que a história do balão meteorológico não corresponde aos fatos. Brazel é intimado a comparecer na base de Roswell, onde recebeu orientações para desmentir tudo à imprensa, Brazel é obrigado a ouvir coisas como:

" - Olha meu filho, guarde esse segredo com você, senão ninguém sabe o que pode lhe acontecer".

A esta altura, já circulavam em Roswell os mais absurdos boatos. Um deles dizia que os homens vindos de Marte se acidentaram no local e que, inclusive, um deles ainda permaneceu vivo por um bom tempo, gritando como um animal até a morte. Outro destes boatos dizia que um dos seres escapou do esquema de segurança e correu toda a noite pela cidade.

Quarta-feira, 9 de julho, 8:00 h

O coronel Blanchard sai de Roswell e visita o lugar da queda. Sua intenção é supervisionar o término do trabalho de resgate, pois logo entraria em férias. Quarta-feira, 9 de julho, 8:30 h Três aviões de transporte C-54 são carregados com destroços. A ação é acompanhada por inspetores de Washington, que supervisionam o carregamento. As aeronaves então levantam voo em direção à Base Aérea de Kirtland, onde se encontra o general Twinning.

Quarta-feira, 9 de julho, 9:00 h

Walt Whitmore e seu repórter Jud Robert tentam ir ao Rancho Foster, mas não conseguem devido aos bloqueios dos militares. Curiosos de vários pontos do país - além de muitos repórteres - também tentam sem sucesso chegar ao local.

Quarta-feira, 9 de julho, 10:00 h

Pousa na base um avião de Washington trazendo um representante oficial do presidente Truman. Em Washington, o presidente recebe o senador Carl Hatch, do Novo México.

Quarta-feira, 9 de julho, 12:00 h

Os cadáveres dos ocupantes dos UFOs são preparados para o transporte. Oficiais da Base Aérea de Roswell visitam jornais e emissoras de rádio. O objetivo da visita era recolher cópias de um relatório para a imprensa do tenente Haut.

Quarta-feira, 9 de julho, 14:30 h

Em uma reunião de oficiais, o Ministério da Defesa comunica ao FBI que os discos voadores não são de responsabilidade nem do Exército nem das Forças Armadas.

Sexta-feira, 11 de julho

Tem início a operação Corretivo Mental em todos os soldados que trabalharam na operação de resgate. São conduzidos em grupos a um pequeno recinto, onde um oficial lhes explica:

" - ... isto foi uma questão de segurança nacional e está sob o mais severo sigilo. Não falem a ninguém sobre o que aconteceu. Esqueçam tudo o que viram"

Terça-feira, 15 de julho

MacBrazel é advertido mais uma vez, mas pode finalmente retornar ao rancho. Embora antes da queda fosse muito pobre, retornou para sua terra com uma caminhonete nova e com dinheiro suficiente para comprar uma casa e uma fornecedora de gelo.

Epílogo da Operação

Jornais da época


No prazo de um mês, todos os participantes da operação são transferidos para outras bases. Em setembro, o professor Lincoln La Paz procura determinar a estrutura do objeto acidentado e afirma veementemente que os destroços são de uma sonda extraterrestre não tripulada. Em 24 de setembro, o presidente Truman cria a ultra-secreta operação Majestic 12, com a finalidade de explorar o que acontecera em Roswell. Já no fim de outubro de 1947, o general Schulgen do Pentágono faz um memorando secreto, incumbindo às Forças Armadas a função de compilar todas as informações existentes sobre os discos voadores. Essa é uma forte evidência de que o governo mentiu quando disse que o objeto acidentado era um balão meteorológico.

Setembro de 1949

Um parente de MacBrazel conta, num bar, que durante os dois últimos anos a família continuou encontrando vestígios da nave acidentada. No dia seguinte, foi procurado por militares, que trataram de confiscar as peças. Já em 1978, o ufólogo e físico nuclear Stanton Friedman localiza Jesse Marcel e o entrevista sobre o Caso Roswell. O silêncio finalmente estava rompido. Nos 16 anos seguintes foram editados 5 livros, baseados no depoimento de testemunhas do caso. A imprensa pôde também se manifestar, de forma que os jornais e emissoras de rádio e TV não pararam mais de explorar o assunto.

Nova Testemunha de Roswell 

O jornal inglês The Observer publicou matéria com declarações sobre uma nova testemunha do Caso Roswell, desconhecida até então.

Anne Robbins acompanhou de forma indireta todas as ocorrências do mais famoso dos incidentes ufológicos, ocorrido há mais de 50 anos. Ela era esposa do então sargento Ernest Robert Robbins, falecido em 2000, que ajudou a resgatar três extraterrestres depois que o disco voador em que estavam se acidentou. Um deles ainda estava vivo.

Aos 84 anos, Anne conta que nunca desejou que sua história se tornasse pública. Segundo ela, o marido morreu jurando que os destroços encontrados naquela noite não eram de um mero balão, como alega a Força Aérea Norte-Americana (USAF) . Ela conta ainda que na noite do incidente, Robbins recebeu ordens para que comparecesse na base militar, de onde só sairia 18 horas depois, contando uma “história confusa sobre um disco voador”. Quando voltou, estava com o uniforme enrugado e molhado porque teve que mergulhar num tanque de desinfecção na base.

Robbins nunca falou detalhadamente sobre o assunto, e a cada nova investida da família, alegava sigilo militar. Das poucas informações que deu, comentou apenas que a nave era semelhante a dois pratos juntos, tinha diversas janelas e três tripulantes. Anos depois, chegou a desenhá-los. Tinham cabeça protuberante, olhos grandes e negros, sem nariz ou boca, a pele era marrom.

“Ele me contou essas coisas com muita frieza e franqueza. Não teria mentido para mim por 56 longos anos”.

Entretanto, Anne só se convenceu da veracidade dos fatos quando visitou o local exato da queda e viu uma mancha no chão, muito parecida com vidro preto, como se o chão tivesse sido queimado. A última vez que Robbins tocou no assunto com a esposa foi há vários anos, quando assistiam a um documentário sobre o tema.

 25 de Junho 1997


Com o caso Roswell fazendo 50 anos, o governo dos Estados Unidos dá uma nova descupa para o que as testemunhas viram, segundo eles, bonecos que eram soltos de pára-quedas teriam confundido os aficionados por discos voadores com corpos de extraterrestres. Em 1994, a Força Aérea divulgou um relatório sobre o incidente de Roswell segundo o qual a suposta nave seria um balão secreto para detectar testes nucleares soviéticos.

Calcanhar de Maracujá




A Doença:

O calcanhar de maracujá foi uma doença que acometeu uma paciente americana. E de um pequeno corte, uma coisa boba, foi ficando um corte cada vez mais profundo e infeccionado isso devido a uma complicação de uma diabetes. O calcanhar de maracujá causou uma necrose de 5 centímetros de diâmetro no seu calcanhar que partiu do tecido que já estava corroendo os ossos.
A situação piorou quando com todos os tratamentos da medicina não trouxeram resultados e a doença foi se agravando a paciente americana chegou a um ponto tão grave que se cogitou até mesmo amputar o pé dela e com complicações causadas pelo tratamento com antibióticos já temia a necessidade de um transplante, neste caso de medula óssea, em função de efeitos colaterais causados pelos medicamentos.

Solução:

Eis que surge um tratamento alternativo. Um tratamento em que se usa larvas no restabelecimento dos ferimentos. A paciente então encontra uma dermatologista que vai usar larvas brancas na recuperação dos ferimentos nos pés da paciente. Sendo assim rapidamente foram colocadas 600 larvas no pé esquerdo e 400 no pé direito e as larvas deveriam estar lá no ferimento por 48 horas, as quais iriam se alimentar deste tecido morto, limpando o lugar e promovendo a cicatrização.

Deu Certo:

Com a retirada das larvas, que com a retirada das gases pareciam sementes de maracujá, todo o tecido necrosado foi retirado pelas larvas brancas e o local está pronto para a cicatrização. E a paciente teve o seu calcanhar totalmente recuperado!
Hoje, a paciente recuperou sua qualidade de vida que quase perdeu se não tivesse tido a coragem de investir em um tratamento que vai além da medicina tradicional.

Um vídeo da doença (Cenas Fortes)


Fonte:R7


Ilha das Bonecas.

No Sul da Cidade do México, região rural de Xochilmilco, existe uma ilha com várias árvores cheias de bonecas penduradas que possui uma história um tanto quanto macabra.
Tudo começou em 1952, quando uma garotinha deixou sua querida boneca cair em um rio da região, infelizmente, quando tentou pega-la, a menininha escorregou e morreu afogada. A cidade é pequena, por isso, todos conheciam a garotinha e sua família. O luto foi enorme.


Um tempo se passou, e muitos moradores que viviam perto do local do acidente começaram a escutar choros de crianças. Foi então que um desses moradores, Julián Santana Barrera, entendeu nos murmúrios alguma coisa do tipo: “minha boneca”. A garota havia morrido, mas sua alma, infelizmente, ainda habitava o local.
Ao ouvir isso, Julián viu uma boneca flutuando na água próxima a ele, e então ele decidiu pendurá-la em uma árvore, foi então que a voz lamentosa parou de soar durante a noite e os moradores conseguiram uma noite de sono tranquila.

Barrera, então, transformou o lugar em um pequeno santuário, a fim de dar paz à pobre menina, e ainda pendurou outras bonecas que encontrava algumas não possuíam algumas partes. Quando depois de um tempo, as vozes da menina voltaram a ecoar pelo vilarejo, como toda criança, ela havia enjoado das bonecas que estavam penduradas e queria mais.

Todos os moradores decidiram, então, colocar uma nova boneca no local de tempos em tempos.
Cinquenta anos após a tragédia, Julián falece, ou melhor, morre afogado, igualmente à menininha.
Dizem que, após sua morte, não se ouviram mais vozes ou choros, mas mesmo assim a tradição continuou e, depois de tudo isso, o lugar ficou conhecido como Ilha das Bonecas, e, até hoje, recebe cerca de 40 turistas por dia.es do corpo, o que tornou o local ainda mais assustador.




Fonte:minilua

Corrente funde-se com próprio braço de um homem acorrentado a 5 anos.



Trata-se da crueldade humana ao seu mais alto nível. O chinês Zhang Chuanqiu de 27 anos de idade, por causa de um conflito com as autoridades devido a um empréstimo para construir casa, foi preso em 2005 num estábulo de Hunan, sul da China, e acorrentado de uma maneira selvagem, de tal maneira que as correntes apertadas no seu braço, fundiram-se com o próprio braço. Zhang Chuanqiu devido ás enormes dores que suporta há 5 anos, só pede encarecidamente que o ajudem a tirar cirurgicamente as correntes do braço, mas infelizmente, não tem o dinheiro suficiente para ser operado. Enquanto a ajuda não chega, depende de amigos e familiares para o ajudarem a minimizar as dores, limpando-lhe as feridas o melhor que sabem e podem.






Postagem indicada pelo colaborador Pablo Martinez.

Maria I de Inglaterra.



Maria I de Inglaterra (18 de Fevereiro de 1516 - 17 de Novembro de 1558) oriunda da casa de Tudor, foi Rainha de Inglaterra e da Irlanda, desde 19 de Julho de 1553 até à sua morte. É lembrada por restaurar o catolicismo na Inglaterra como religião oficial, depois do movimento protestante iniciado nos reinados anteriores. Para tal mandou perseguir e executar cerca de 300 protestantes heréticos, o que lhe valeu o cognome Bloody Mary (Maria, a Sanguinária) apelido esse que é tido como injusto por maioria dos historiadores. Muitas das suas reformas religiosas foram no entanto abandonadas pela sua sucessora e meia irmã Isabel I.
Maria foi a única filha do casamento de Henrique VIII, com Catarina de Aragão a sobreviver a infância. Quando Eduardo adoeceu mortalmente em 1553, ele tentou remover Maria da linha de sucessão por causa de diferenças religiosas. Em sua morte, sua prima Lady Jane Grey foi proclamada rainha, no entanto após apenas nove dias de reinado Maria organizou uma força militar de aliados católicos rumo a Londres, que acabarão depondo Joana e a decapitando.

Primeiros Anos.

Maria foi à quinta criança nascida do primeiro casamento de Henrique VIII de Inglaterra com Catarina de Aragão e a única a atingir a idade adulta. Nasceu no palácio de Greenwich e foi batizada poucos dias depois tendo o Cardeal Thomas Wolsey como padrinho. Durante a infância, Maria mostrou ser uma criança precoce, herdando o talento artístico de seu pai e inteligência de sua mãe, porém de saúde frágil, com má visão e propensa a fortes enxaquecas. O pai concedeu-lhe a sua própria corte no Castelo de Ludlow e várias prerrogativas normalmente atribuídas ao Príncipe de Gales. A educação de Maria ficou a cargo da sua mãe e de Margarida, Condessa de Salisbury (filha de Jorge, Duque de Clarence), uma das mulheres mais cultas do seu tempo. A princesa estudou latim, castelhano, francês, italiano, grego, retórica, ciências, matemática, teologia e música. Aos cinco anos era já uma intérprete de harpa e alaúde, capaz de entreter uma platéia de espectadores e aos dez anos já lia e escrevia em latim perfeito e se correspondia constantemente com sua mãe nesse idioma, aos dezesseis anos Maria já havia lido as principais obras clássicas em latim da época e chegou a traduzir para o inglês várias obras importantes com os textos se Rasmus e as encíclicas romanas. Maria foi, sem dúvida, uma das mulheres mais cultas de sua geração. A questão do seu casamento foi motivo de manobras e negociações diplomáticas desde muito cedo. Entre os seus pretendentes, volúveis, de acordo com os interesses políticos do pai, contaram-se: Francisco, Duque da Bretanha e herdeiro de Francisco I de França, o seu irmão mais novo e futuro Henrique II, o próprio Francisco I e o imperador Carlos V do Sacro-Império.
Entretanto, o casamento dos seus pais encontrava-se em crise. Desde 1527, Henrique VIII procurava a sua anulação, com o objetivo de casar com Ana Bolena, que parecia mais apta para produzir um filho varão. Todos os apelos para Roma falharam o que fez Henrique decretar unilateralmente a anulação. No início de 1533, Thomas Cranmer, Arcebispo da Cantuária, declarou o casamento com Catarina de Aragão inválido, tornando legítimo o recente casamento com Ana Bolena. Para evitar um apelo de Catarina ao Papa, a Inglaterra cortou relações com o Vaticano e Henrique VIII foi declarado chefe na nova Igreja Anglicana. Para Maria, estes eventos tiveram conseqüências drásticas. De princesa de Inglaterra e herdeira da coroa, passou a ser considerada filha ilegítima com direito apenas ao tratamento de Lady Mary ou Lady Maria. Com a dissolução da corte de Ludlow, Maria tornou-se aia da sua irmã recém nascida Isabel. Foi ainda afastada da sua mãe, proibida de visitá-la e de se comunicar com ela e, em 1536, de assistir ao seu funeral. Esse tratamento a traumatizou fortemente e foi interpretado como injusto na Inglaterra e no resto da Europa, contribuindo para a crescente impopularidade de Ana Bolena.

Disputas e Antecedentes.

Com a execução de Ana Bolena em 1536, também Isabel foi declarada ilegítima, juntando-se a Maria na condição de ex-princesa. Joana Seymour, a madrasta seguinte, deu à luz ao tão desejado herdeiro varão: o futuro Eduardo VI de Inglaterra, afastando definitivamente, ao que parecia, Maria e Isabel como herdeiras do trono. A última mulher de Henrique VIII, Catarina Parr, conseguiu reconciliar o rei com as filhas e, em 1544, apesar de ilegítimas, Maria e Isabel foram reconhecidas pelo Parlamento como segunda e terceira na linha de sucessão respectivamente. Para o fim da vida de Henrique VIII, a maioria dos privilégios de Maria foi restabelecida em troca do reconhecimento do rei como chefe da Igreja Anglicana, no entanto, ela recusou converter-se à igreja do pai e permaneceu sempre fiel à fé católica.
No reinado do irmão Eduardo VI, o Parlamento aprovou o Ato de Uniformidade, que abolia o rito católico em favor do novo serviço protestante. Maria pediu então escusa para assistir à missa católica, o que lhe foi negado pelo irmão. Sem desistir, ela apelou a seu primo pelo lado materno, Carlos V, que ameaçou atacar a Inglaterra caso fosse desrespeitada a liberdade religiosa de Maria. Pressionados pelo imperador, Eduardo VI e os seus regentes cederam e permitiram a Maria assistir ao serviço católico, desde que fosse em privado, entretanto depois desse episódio seu relacionamento com o rei não foi mais o mesmo e ela foi banida da corte do irmão por sua crença.

Ascensão ao Trono.

Eduardo VI morreu em 1553, enquanto Maria se encontrava ausente de Londres. O seu testamento excluía Maria e Isabel da sucessão, privilegiando a protestante Joana Grey, bisneta de Henrique VII de Inglaterra por via feminina e nora do Duque de Northumberland, o regente e conselheiro de Eduardo VI. Estas disposições contrariavam o Ato de Sucessão de 1544, que determinava que Maria deveria suceder a Eduardo, caso este morresse sem descendência. No entanto, Joana Grey foi proclamada rainha a 9 de Julho, apesar da forte contestação popular.
Maria sempre fora estimada por seu povo pelo tratamento injusto que sofrera do pai e do irmão mais novo e contava com o apoio de muitos nobres, até mesmo de alguns poucos protestantes fiéis a dinastia Tudor. Apenas nove dias depois, o Parlamento revogava o testamento de Eduardo VI, e declarava Maria Rainha de Inglaterra e Senhora da Irlanda. A nova rainha entrou triunfante em Londres em 3 de Agosto, acompanhada pela irmã Isabel, e de sua amiga e ex-madrasta Ana de Cleves sob forte aclamação popular.
Maria foi coroada rainha na Abadia de Westminster em 1 de Outubro de 1553. O serviço foi efectuado pelo Bispo católico de Winchester, Stephen Gardiner, e não pelo Arcebispo da Cantuária como de costume, visto que esse último era Protestante.

Reinado.

O primeiro Ato do Parlamento sob o reinado de Maria foi validar retroativamente o casamento de Henrique VIII de Inglaterra com Catarina de Aragão, repondo assim a sua legitimidade.
Uma de suas primeiras ações foi mandar executar o Duque de Northumberland, que planejara o golpe contra ela. Depois, remodelou o leque de conselheiros reais, afastando todos os aliados de Northumberland. Joana Grey, o seu pai, o Duque de Suffolk e o marido Guilford Dudley foram presos e executados.
No inicio do reinado a Inglaterra se encontrava em grande corrupção fruto da enorme quantidade de protestantes que viviam as custas do Estado na época de Eduardo, a rainha chocada com tamanhos desvios ordenou a diminuição das despesas da casa real e a expulsão dos protestantes da corte. Maria reduziu os impostos, a redução deixou a renda mais baixa que a despesa, então a rainha criou direitos aduaneiros sobre a importação de fazendas e taxou a importação de vinhos franceses. Entretanto as medidas que pretendiam ajudar aos mais pobres, provocaram a retração comercial. Maria criticou a Alta Burguesia (comerciantes ricos) por pagar baixos salários aos seus empregados, e proibiu terminantemente o salário em espécie. Porém a monarca não estava cercada de bons elementos e muitas de suas ordens não chegaram a ser cumpridas. Maria emitiu moedas de prata finas e planejou uma planta para retirar as moedas rebaixadas que vieram a ser usufruídas em 1560-61, no reinado de sua irmã Isabel Tudor, também incluiu um novo livro das taxas foi introduzido no fim de seu reinado em 1558.

Maria também realizou um grande trabalho na via diplomática, em seu reinado, a Inglaterra entrava em contato com a Rússia. A rainha, então, pela primeira vez, recebeu e acreditou em sua corte o embaixador russo Osep Nepeja e em contraprestação, mandou uma missão diplomática inglesa a Moscou. Em 1555, uma carta patente da rainha foi emitida à Muscovy Company que dava direito de trocas comerciais exclusivas entre Rússia e Inglaterra, expedições adicionais foram enviadas em 1556, em 1568 e em 1580. Ainda no ramo do comércio exterior, Maria estabeleceu novas rotas de comércio para o pano inglês na Espanha, em Portugal e na África - especialmente em Marrocos, que forneceu o açúcar e o salitre, e na Guiné, uma fonte de ouro.
Como uma Monarca da dinastia Tudor, as artes tiveram grande destaque em seu reinado, Maria patrocinou e mandou vir artistas de toda europa como Thomas Tallis e John Sheppard, Willian Roper genro de Thomas Morus que escreveu uma rica biografia sobre seu sogro no reinado de Maria I.



Casamento e Revolta de Wyatt.

Como a primeira mulher a ser coroada rainha na Inglaterra, Maria teve que lidar com o assunto referente ao seu matrimônio, que lhe daria um herdeiro, continuando a dinastia. Como primeira reação, de acordo com Judith Richards em seu artigo: "Mary Tudor as Sole Quene". Maria negou, dizendo que já havia se casado com a Inglaterra, tal visão é apenas mostrada pela parte de Isabel, entretanto sua irmã, também negou a proposta de casamento. Contudo acabou aceitando a hipótese, de início parecia inclinada em aceitar Eduardo Courtenay, Conde de Devon, mas mudou de idéia quando o Imperador Carlos V sugeriu o seu filho único, o Príncipe Filipe. Tanto o Parlamento como os seus principais conselheiros imploraram que reconsiderasse a decisão, receando a perda de independência de Inglaterra face à temida Espanha, que era a mais poderosa potencia europeia na época. Maria manteve-se firme ao seu casamento com Filipe, o que iniciou uma onda de protestos na Inglaterra marcando o inicio de sua impopularidade principalmente entre os protestantes. O Duque de Suffolk decidiu tomar uma atitude e aliciou Isabel à pretensão à coroa, suportados pela revolta popular de Thomas Wyatt, mas a tentativa de golpe foi esmagada pelas forças da rainha. Wyatt e Suffolk foram presos e executados. Após a revolta de Wyatt, a rainha mudou sua política de tolerância, o conselho de Maria havia lhe urgido para que largasse a política de clemência e começasse a agir com rigor. A Princesa Isabel, beneficiária da manobra de Wyatt, tornou-se num alvo de suspeita e foi presa na Torre de Londres, entretanto nada foi provado sobre o envolvimento da princesa. Filipe de Espanha exigiu que ela fosse executada para eliminar futuras conspirações, mas Maria recusou-se a assinar a sentença de morte da irmã e em vez disso expulsou-a da corte, sob prisão domiciliar.
Maria e Filipe se casaram a 25 de Julho de 1554 na Catedral de Winchester numa grande cerimônia católica. Nos termos do contrato de casamento, Filipe passou a ser designado como "Rei Consorte da Inglaterra" (título esse que fora atribuído somente às rainhas consortes até então). O seu casamento com um monarca estrangeiro e católico marcou o fim da popularidade da rainha junto aos ingleses orgulhosos da sua independência. Maria, no entanto, ficou extremamente feliz com a união e apaixonou-se imediatamente pelo marido onze anos mais novo. Em Novembro de 1554, julgou-se grávida e mandou rezar uma missa de ação de graças pelo fato, mas pouco tempo depois as esperanças desmoronaram e apesar do abdome da rainha ter-se aumentado e os seus seios começarem a produzir leite, foi constatado que se tratava apenas uma gravidez psicossomática. Ao fim de cerca de catorze meses em Inglaterra, Filipe decidiu regressar a Espanha para cuidar de assuntos de estado, frustrado pelo fato de Maria e seu parlamento não o deixarem governar a Inglaterra.
A rainha dedicou-se então ao seu projeto pessoal de reverter a ruptura com Roma estabelecida pelo seu pai e o estabelecimento do protestantismo pelo irmão Eduardo VI. Sua política primária de tolerância aos protestantes havia sido quebrada após a revolta de Wyatt. Reginald Pole, um cardeal católico e amigo de Maria desde a infância, foi nomeado conselheiro pessoal e Arcebispo da Cantuária. Juntos aboliram as reformas religiosas de Eduardo VI e deram início ao que ficou conhecido como as persecuções marianas. Nos três anos seguintes cerca de 300 protestantes foram queimadas na fogueira por heresia incluindo Thomas Cranmer (ex Arcebispo da Cantuária), Nicholas Ridley (ex-bispo de Londres) e o reformista Hugh Latimer. Estes atos, dos quais Maria não foi à única responsável moral, valeu-lhe o cognome Bloody Mary e uma crescente impopularidade junto dos ingleses. A rainha disse para seu amigo Pole, que "A punição dos hereges, deve ser feita sem pressa, deve, entretanto, se aplicar à justiça para aqueles que, pela inteligência, procuram iludir as almas simples." Nos reinados seguintes, a sua memória foi vilipendiada, em parte como propaganda religiosa protestante. John Foxe escreveu um livro intitulado The Actes and Monuments of these latter and perilous Dayes, touching matters of the Church, wherein are comprehended and described the great Persecution and horrible Troubles that have been wrought and practised by the Romishe Prelates, Epeciallye in this Realme of England and Scotland, from the yeare of our Lorde a thousande to the time now present, abreviadamente The Book of Martyrs, onde basicamente transformava Maria numa vilã católica.
Filipe regressou à Inglaterra em 1557, depois de ter herdado a coroa de Espanha e o controle dos Países Baixos pela abdicação do seu pai, com o objetivo de convencer Maria a entrar numa guerra contra França. Maria concordou com o marido, apesar da forte objeção popular inglesa, e, em resultado, as tropas inglesas foram derrotadas e a Inglaterra perdeu a posse de Calais, a última relíquia das possessões continentais inglesas, que em tempos já haviam incluído a Normandia e Aquitânia. Em resultado desta visita, Maria sofreu ainda uma última gravidez psicológica e chegou a ditar um testamento onde nomeava Filipe regente de Inglaterra durante a menoridade do herdeiro inexistente.

Morte e Legado.

Em seus últimos dias Maria estava deprimida pelo abandono do marido, possíveis conspirações de sua irmã e sua baixa popularidade, passava horas e horas com os joelhos perto do queixo e perambulava pela sua corte como um fantasma.
Maria morreu em Novembro de 1558, provavelmente de cancro do útero ou dos ovários, e foi sucedida pela sua irmã a princesa Isabel, que acreditava ter conseguido converter ao Catolicismo. Foi sepultada na Abadia de Westminster, onde, mais tarde, Isabel juntar-se-lhe-ia. Na inscrição da sua tumba comum lê-se Parceiras no Trono e Sepultura, aqui descansam duas irmãs, Maria e Isabel, na esperança de uma ressurreição. conjunta.
Maria certamente é uma figura trágica, teve uma infância dourada, até que os atos de seu próprio pai a traumatizaram profundamente. Tem uma má fama devido a propaganda protestante, já que ela foi uma rainha católica, entretanto seus atos não foram mais cruéis do que os de seu pai Henrique VIII e irmãos Eduardo VI e Isabel I. Definitivamente há muito mais no reinado de Maria Tudor do que as perseguições aos protestantes pelas quais ela é tão julgada, ela iniciou um trabalho de expansão marítima e econômica que seria concluído brilhantemente por sua irmã depois dela.
O historiador Will Durant se refere à Maria I: "Em relação a Maria I, pode-se dizer algumas palavras complacentes. Dor, doença e muitas injustiças sofridas deformaram seu espírito. Sua clemência deu origem à crueldade só depois que conspirações tentaram retirar a sua coroa. Seguiu o conselho da igreja de confiança, que tinha sofrido perseguições e buscava vingança. Ao final, penso eu, com as performances, estava cumprindo suas obrigações para com a religião que ela amava como uma razão para sua própria vida. Ela não merece o apelido de "Blood Mary", a menos que o adjetivo seja aplicado a todos de seu tempo; adjetivo que resume o caráter de forma errada, já que havia muito amor. Embora pareça estranho, é notável que ela tem tomado a frente o trabalho do pai [Henry VIII], para separar a Inglaterra de Roma. Ela mostrou ao país que era ainda da igreja católica a pior característica que era servida. Quando ela morreu, a Inglaterra estava mais preparada do que nunca para aceitar a nova fé que ela se esforçou para destruir."

Fonte:Wipédia

Insonia


Em 1983 me mudei para um apartamento em que um quarto tinha vista para o Cristo Redentor e o outro quarto este era de fundos tendo vista para os fundos de outro apartamento.

Logo nas primeiras noites eu tinha insônia, era uma coisa freqüente na minha vida e ficava procurando o que fazer e como muitas vezes não tinha nada que interessasse ou prestasse na televisão eu ficava fazendo tapeçaria, um dos meus grandes prazeres ou ia para janela fumar e pensar na vida. Estava na janela do quarto da frente e fui para janela do quarto dos fundos e fiquei por lá fumando o meu cigarro. Quando observei a minha vizinha do apartamento em frente pela primeira vez, (fazia duas semanas que me mudara).

Ela estava na área de serviço no escuro assim como eu estava no meu apartamento no escuro também e ela estava com uma atitude bastante preocupada indo de um lado para o outro da área de serviço. As vezes parava olhando o chão e com a o braço levantado e a mão no queixo e com o outro braço cruzado junto ao corpo. Ficava um tempo assim e depois voltava a andar de uma ponta a outra da área e depois voltou para dentro do apartamento. Fiquei com muita pena dela, parecia estar bastante preocupada.

Passados três dias e com mais um dos dias de insônia eu tentei me distrair fazendo um bolo e enquanto ele assava fui fumar na janela da frente e zanzando pelo apartamento acabei indo para janela do quarto dos fundos e qual não foi minha surpresa quando a vizinha do apartamento da frente e que os fundos dava para os fundos do meu apartamento estava novamente ali. Tentei ver até mesmo se ela notava minha presença. Quem sabe poderíamos ficar amigas e ela até desabafar? Afinal de contas, pelo jeito tinha muita insônia, assim como eu. Mas ela não olhava na minha direção de tão preocupada com seus problemas. Acabei de fumar e fui dormir.

Passados poucos dias, eu novamente fumando já de madrugada e fui para área de serviço e novamente ela estava ali. Mas desta vez estava bastante intrigada pois parecia uma pessoa que estava precisando muito de ajuda. Sei lá, de uma palavra amiga. Mas ela ficava olhando para o chão, para o teto virava e voltava entrando pela cozinha novamente. Mas quando essa mesma cena aconteceu novamente e já que não era tão tarde assim, em comparação com as outras vezes que já era de madrugada, acho que por volta de 11:30 da noite e as luzes da área de serviço e cozinha estavam acesas, deu para ver melhor a sua fisionomia preocupada e triste, foi quando eu que sempre fui muito discreta arrisquei e fui até o apartamento dela e toquei a campainha. Algo me dizia que deveria falar com ela, nem sequer sabia o que iria dizer mas já estava arrumando um pretexto qualquer nem que fosse pedir um pouco de açúcar etc... talvez eu pudesse ajudar. Mas fiquei ali tocando a campainha e ela não veio me atender tive até a impressão de ela ter me visto pelo olho mágico pois pelo olho mágico da porta tinha um mínimo de claridade que de repente ficou escuro e via luz dentro do apartamento saindo pela fresta da porta social do apartamento assim como uma leve sombra se movimentando na pequena claridade saindo pela fresta. Como não atendeu e não queria ser inconveniente eu fui embora.


Ao fazer amizade com outra vizinha do apartamento abaixo do meu eu falei que sofria de insônia tal como a minha vizinha o qual ainda não conhecia, pois ela ficava na área de serviço durante muito tempo de madrugada e a minha surpresa me fez gelar o sangue quando a minha vizinha de baixo disse que a mulher que morava no apartamento em frente ao meu havia se suicidado no apartamento havia dois meses e ele estava fechado com seus pertences, pois seus familiares estavam tratando da herança.

A amiga que nunca existiu


O fato que vou contar, por mais incrível que pareça, aconteceu comigo quando em minha adolescência, e foi um caso verídico, sendo que até hoje eu não consigo explicar o que aconteceu.
Observo que não sou louca e nunca tive problemas emocionais ou psiquiátricos, portanto o que aconteceu foi com minha plena lucidez e consciência. Eu não imaginei tudo aquilo.

Quando em minha adolescência, eu era uma garota que não possuía muitos amigos.
Era meu jeito. Eu não gostava muito de sair, e ficava mais em casa lendo, assistindo filmes e estudando.
Muitos achavam estranho minha atitude, mas eu não fazia por mal, eu gostava de ser assim.

Tudo começou quando certo dia na escola no horário do intervalo uma garota se aproximou de mim e começou a puxar conversa.
Ela era muito simpática e se mostrou muito amiga. Ela disse que se chamava Luiza.
Conversando, descobri que tínhamos muitas coisas em comum. Ela dizia que também não gostava muito de sair,e ficava mais em casa fazendo atividades, como ler livros e assistir filmes.

Devido à isso, e também à assuntos em comum, ficamos amigas, e começamos a nos encontrar na escola e conversar quando possível.
Apesar de construirmos uma bela amizade, ela se esquivava em me dizer onde morava. Sempre mudava de assunto.
Dizia apenas que morava perto de uma Igreja em outro bairro.
Talvez pela idade que eu tinha na época, não ligava muito para as coisas, e nem liguei em descobrir os detalhes de onde ela morava.

Uma coisa que eu notava, é que a Luiza só conversava comigo.
Nunca a vi conversando com outras pessoas na escola, mas como eu também era um tanto retraída, não dei muita importância para esse comportamento dela.

O tempo foi passando, e chegaram as férias.
No último dia de aula nós nos despedimos, e nesse momento senti uma tristeza muito grande nela.
Eu disse à ela que eu iria viajar, mas no retorno das férias nós nos veríamos novamente e então teríamos muito o que conversar.
Então ela apenas me olhou com um olhar de despedida e foi embora de cabeça baixa.

Eu fiquei muito triste com aquela cena. Não entendi muito bem o porque que ela se comportou daquela forma.
Fiquei até alguns dias com aquela imagem triste da minha amiga.
Naquele tempo nem todas as pessoas possuiam telefone, e os celulares nem existiam no Brasil, motivo pelo qual era mais difícil as pessoas se comunicarem, então não conversei mais com minha amiga especial durante as férias.


Alguns dias após o início das férias, viajei com meus pais, sendo que fomos passar algum tempo no sítio do meu avô no interior.
Lá era um lugar muito lindo e gostoso, o que fez com que o tempo passasse rápido.
Quando menos percebi as férias já estavam acabando.

Retornamos então para casa, onde passei o restante das férias, como sempre, lendo e assistindo alguns filmes.

Passaram-se alguns dias, e finalmente chegou o dia do reinício das aulas. E eu não via hora de rever minha grande amiga.

Quando cheguei na escola, procurei por ela, mas não à vi na entrada. Chegando o intervalo, também não à vi.
Então pensei que, como nem todos voltam no primeiro dia de aula, ela poderia também ter faltado.

Mas eu também não a encontrei no segundo dia de aula, e nem no terceiro.

Fiquei então preocupada e fui pesquisar nas salas de aula próximas. Mas não à encontrei.
Perguntei para os outros alunos sobre minha amiga, e perguntei se algum à tinha visto. Mas todos disseram que não conheciam ninguém com aquela descrição.

Eu fiquei preocupada e assustada ao mesmo tempo. Então recorri à secretaria da escola e perguntei sobre ela.
Na secretaria me perguntaram como era minha amiga. E eu a descrevi com detalhes: "cabelos castanhos, olhos castanhos, pele branca, etc...."

E perguntaram seu nome, e eu disse que ela se chamava Luiza.

As pessoas da secretaria perguntaram se eu tinha certeza sobre o nome e descrição da minha amiga, e eu disse que sim.

Então eles me disseram que a única Luiza que estudava na escola, era uma garota da 5ª série.
Eu disse que não podia ser, pois a minha amiga disse que estudava na 7ª séria.

Fui então até a 5ª série e verifiquei eu mesma que a Luiza de lá não era minha amiga.

Procurei, pesquisei, perguntei, mas ninguém conhecia Luiza, minha amiga.

Eu fiquei confusa, em pânico e assustada, pois tudo indicava que a minha amiga Luiza nunca esteve na minha escola.

Eu nunca mais vi, encontrei ou tive notícias da minha amiga, e até hoje fico imaginando o que aconteceu, pois parece que ela nunca existiu.

Eu evito comentar isso com muitas pessoas, pois nem todos acreditam, mas foi real e aconteceu comigo.

O que será que foi aquilo? De onde veio minha amiga Luiza e para onde ela foi?

Hoje, com mais conhecimento e consciência, eu fico imaginando:
Será que a minha amiga veio de outra dimensão ou de outra época, e quando nos separamos nas férias ela voltou para o seu lugar de origem?

Acredito que nunca saberei a resposta.
Só sei que foi algo que me marcou profundamente, fazendo com que esse fato fosse uma experiência sobrenatural em minha vida, tendo sonhos com isso até hoje. Foi algo, conforme o site diz: "Além da Imaginação"!